quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pela primeira vez um jovem português pode chegar à Fórmula 1

A Altran e a Renault F1 Team lançam a Altran Engineering Academy 2010


A Altran e a Renault F1 Team tem em curso a 7 edição de uma competição única que poderá levar pela primeira vez jovens talentos portugueses da engenharia até à Formula 1 para desenvolver um projecto seu.


Os candidatos devem ser finalistas dos cursos de Engenharias ou de Ciências (Matemática, Física, Química, etc…) ou ter terminado o curso depois do ano de 2008.
Ser licenciado ou finalista num dos países em que a Altran está presente.
Desde a sua criação, em 2004, mais de 1000 jovens engenheiros apresentaram o seu projecto.
O velho enigma para os talentosos engenheiros que desejam uma carreira no topo do desporto motorizado: “Como posso trabalhar na Formula 1?” Desde 2004, a Renault F1 Team e a Grupo Altran dá resposta a esta questão através da Altran Engineering Academy (AEA), uma competição que identifica e recompensa a excelência técnica dos jovens engenheiros. O prémio assume o formato de um estágio de 6 meses no departamento de Research and Development da Renault F1 Team – uma oportunidade única para lançar e seguir uma carreira de sucesso ao mais alto nível no mundo do desporto motorizado.

Em 2010, a Altran Portugal convoca pela primeira vez jovens engenheiros portugueses a participar no projecto internacional Altran Academy, que em conjunto com a Renault F1 Team vão oferecer não um mas dois estágios para os finalistas. O primeiro será na equipa de desenvolvimento de chasis em Enstone, Inglaterra; o segundo no centro de desenvolvimento em Viry-Châtillon, França. Em ambos os casos, os estudantes vencedores juntar-se-ão à equipa durante 6 meses, que podem abrir uma porta para uma longa carreira na F1. Incluído no estágio está também um salário de 6,500€, um veículo Renault com cartão de combustível e alojamento num apartamento. Mais, cada finalista receberá gravada a edição especial recentemente lançada do Pilot Watch da Renault F1 Team, parceira da TW Steel para comemorar a sua conquista.

Podem participar no concurso finalistas de licenciaturas ou recém-licenciados, de uma universidade de prestígio, cuja especialização dê enfoque à ciência ou tecnologia. Para entrar na competição é necessário redigir, em 500 palavras, uma descrição da tecnologia de inovação numa das oito áreas relacionadas com o desenvolvimento da F1: aerodinâmica, sistema de controlo e electrónica, design e análise, performance, powertrain energy recovery, pesquisa e desenvolvimento de materiais, transdutores e tecnologia de teste ou dinâmica de veículo. A apresentação deverá focar-se em como a inovação poderá melhorar a performance do carro, e como o estudante planeia conduzir o projecto durante o estágio de 6 meses.

As candidaturas poderão ser realizadas até ao dia 28 de Maio de 2010, sendo o anúncio dos finalistas efectuado a 14 de Junho no site oficial. A Altran Engineering Academy 2010 será representada por 18 países, o que reflecte o posicionamento da Altran e o alcance internacional.

Entre todos os países onde a Altran está presente saíram 11 finalistas que irão apresentar o seu projecto perante um júri presidido por Robin Tuluie, Head of R&D na Renault F1 Team, a 13 de Julho de 2010 em Enstone. Os finalistas iniciarão o estágio em Setembro de 2010.

A Altran Engineering Academy é uma comprovada rampa de lançamento para uma carreira na F1. Mark Caldwell continua a trabalhar com a equipa como engenheiro CAD, enquanto outros vencedores e finalistas tem trabalhado com a equipa, e continuam. Em 2009, a vencedora da AEA, Helen Makey, triunfou com a apresentação sobre alcançar a eficiência energética. Foi a primeira mulher a ganhar, e recentemente viu o seu contrato ser prolongado para continuar a trabalhar com a equipa no departamento de performance.

Altran – Renault F1 Team parceiros tecnológicos

Como respondemos às mudanças nos regulamentos do motor? Como podemos melhorar a performance aerodinâmica do chassis? A especialização de alto nível é necessária em diferentes campos. A Altran tem vindo a apoiar a Renault F1 Team desde 2002, fornecendo engenheiros com diversas especializações, incluindo, computação, tecnologia de informação, electrónica, logística, controlo de qualidade e simulação. Contibuem em Enstone para o chassis, e a nível de motor em Viry-Châtillon, perto de Paris. Os especialistas da Altran são conduzidos não só pela experiencia e aventura desportiva, mas também pelo desafio tecnológico.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

MC Dilo integra Casa de España

A MC Dilo tornou-se sócia de mais uma instituição de prestígio, cujo objectivo é o fomento das relações comerciais entre Portugal e Espanha, não descurando contudo os negócios internos.

Segundo Manuel Medina, CEO da MC Dilo, este é mais um passo importante no crescimento da subsidiária portuguesa, que tem como objectivo a conquista paulatina de novos clientes para a sua carteira.

MC Dilo associa-se à Câmara de Comércio Luso-Espanhola

A MC Dilo associou-se à Câmara de Comércio Luso-Espanhola logo assim que chegou ao mercado português.

Para a MC Dilo é muito importante estar associada a esta câmara pela promoção de negócios a que a mesma pode levar na península ibérica.

A CCILE conta com mais de 800 empresas associadas, onde é fomentado o intercâmbio comercial entre os dois países.

Site da MC Dilo em português

Já podem consultar o nosso site, está finalmente no ar. Ainda a levar retoques mas com o tempo a coisa vai lá!


www.mcdilo.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

María de Andrés, nova Sócia Directora da MC DILO


A MC Dilo, agência de marketing e comunicação acaba de anunciar a nomeação de María de Andrés, como nova Sócia Directora da empresa.

No seu novo cargo, María continuará com a coordenação dos escritórios em Espanha e Portugal, apoiando o desenvolvimento dos planos de expansão da agência que após a sua recente chegada ao nosso país começou a desenvolver e implementar planos ibéricos tanto para empresas lusas como espanholas.

María De Andres de 32 anos, é licenciada em Jornalismo e Filologia Hispânica pela Universidade de Múrcia, e Correctora de Estilo pela escola de serviços editoriais Cálamo & Cran. Iniciou a sua actividade profissional há onze anos no mundo da rádio, para posteriormente passar à área comercial e de marketing, desenvolvendo a captação e fidelização de clientes para diferentes empresas e projectos, como Servisa S.A, Banco Santander Central Hispano, The Body Web, Optize, ou Tatum Consulting Group.

Em 2005 regressou a Madrid para integrar a MC Dilo como consultora, onde desde 2007 ocupava o cargo de Coordenadora e Directora de Comunicação.

A MC Dilo é uma agência especializada em consultoria de comunicação para empresas de todos os sectores, oferecendo novas fórmulas de comunicação que ajudem as empresas e os seus produtos/serviços a posicionar-se de uma forma sólida e diferenciada no mercado, através da criatividade e da inovação nos métodos. Os seus serviços vão desde o desenvolvimento de planos de comunicação corporativa, produto/ serviço, comunicação interna ou 2.0, até ao leccionamento de programas de formação, organização de eventos, ou desenvolvimento de planos integrais de marketing.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Inovação é a chave para a recuperação económica

José Ramón Magarzo, Presidente Executivo de Altran Portugal

No ano 2000 iniciaram-se diversas acções para transformar a União Europeia na economia do conhecimento mais competitiva do mundo num prazo de dez anos. Entre elas, um dos objectivos marcados foi que cada país investisse 3% do PIB em actividades relacionadas com I+D+i. Entretanto, e chegados já a 2010, Portugal continua ainda longe desta meta proposta pela União Europeia, e longe também do 1,8% proposto pelo estado português.

O gasto português em I+D aumentou entre 2003 e 2008, passando de 0,82% do PIB gasto em inovação, para 1,51%, sendo o estado ultrapassado pelas empresas no que ao investimento em I+D diz respeito. É visível um claro crescimento na aposta em I+D, no entanto continuamos longe da média de 2,3% dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

Em 2007, a UE dedicou um total de 229.000 milhões de euros à I+D, 45% dos quais concentraram-se em dois países: Alemanha (62.000 milhões de euros) e França (39.000 milhões). Precisamente agora, estes países são os que já mostram claros sinais de recuperação da crise económica, enquanto Portugal, com uma previsão de 11% de taxa de desemprego pelo FMI, parece continuar a ter um longo caminho para contornar este período de recessão.

O que aconteceu? A incidência directa da inovação na melhoria da economia é cada vez mais clara. Numerosos estudos reflectem que as organizações que apostam na inovação contam com um crescimento maior e mais rápido. E quando falo de inovação não me refiro unicamente a produtos ou tecnologia. A inovação aplicada a novos modelos de negócio, novas metodologias de trabalho. Refiro-me a inovar no dia-a-dia das empresas, tanto desde o ponto de vista das TIC, como da gestão.

Segundo o relatório da Competitividade Global 2009-2010, publicado pelo “World Economic Forum” Portugal manteve o 43º lugar, acompanhando talvez a estagnação económica global e até o retrocesso de muitas economias próximas de Portugal.

A inovação é a chave para a recuperação económica. O passado ensina-nos isso mesmo. Foram os grandes saltos tecnológicos que criaram novos produtos, novos mercados, novas necessidades, novos clientes. Atribuir verbas para o I+D tem que ser visto claramente como um investimento e não como uma simples forma de gastar dinheiro. No futuro serão as empresas inovadoras que estarão mais preparadas para encarar eventuais adversidades ou retrocessos, pois estas têm o conhecimento, tem a visão, não promovendo uma simples cópia do que se faz ao lado. E inovar não pode ser exclusivo das empresas tecnológicas. Devemos ser capazes de ter a visão que inovar aumenta a capacidade competitiva real, sendo um aspecto fulcral desde a estratégia global, passando pelo marketing, RH, departamentos financeiros e a própria concepção de produto/serviço. A inovação é chave, mesmo nas PME’s que tem um importante papel na economia portuguesa representando 99,6% do tecido empresarial, segundo dados estatísticos do INE.

O desafio para Portugal é saber aproveitar e valorizar este aumento de investimento na investigação (não podendo parar por aqui) para uma aumentar a sua produtividade e competitividade para responder positivamente aos mercados, de si cada vez mais competitivos, onde este aspecto será chave para o sucesso ou insucesso de uma empresa e de um país.

Se Portugal quer sair desta situação, devemos trabalhar em medidas para a incorporação do conceito de inovação cada vez mais enraizado dentro da cultura empresarial portuguesa. Num momento de máxima concorrência, em que os mercados e os consumidores se transformam continuamente, as empresas devem não só adaptar-se à mudança, mas sim adiantar-se aos concorrentes e repensar, desde o ponto de vista da inovação, até ao mínimo detalhe o seu funcionamento.

* Fontes: Global Technology Report e Relatório de Competitividade Global 2009-2010 apresentado pelo Fórum Económico Mundial